Fisioterapia Buco-Maxilo-Facial

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

HOMENAGEM AO FISIOTERAPEUTA

terça-feira, 24 de agosto de 2010

HISTÓRIA DA OSTEOPATIA

Osteopatia é um tratamento surgido nos EUA, cujo criador foi o Dr. Andrew Taylor Still (1828-1917), que apresentou os princípios desta terapia natural.



É um sistema de avaliação e tratamento, com metodologia e filosofia própria, que visa restabelecer a função das estruturas e sistemas corporais, agindo através da intervenção manual sobre os tecidos (articulações, músculos, fáscias, ligamentos, cápsulas, vísceras, tecido nervoso, vascular e linfático).


A osteopatia deve ser desmistificada, pois está baseada na anatomia, na fisiologia e semiologia, não deve ser considerada esotérica e sim cartesiana, não há receitas, mas sim um tratamento que se baseia em exame clínico. O exame osteopático deve levar a um ato terapêutico.


A validade da Osteopatia é tão concreta que é recomendada e incentivada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como prática de saúde.


Dentro da filosofia osteopática a importância dada aos processos naturais do corpo é enorme e, por esse motivo, grande parte dos conceitos osteopáticos e mesmo seus procedimentos de tratamento são pautados nos mecanismos reguladores do sistema nervoso central e autônomo, ou seja, na intervenção terapêutica do fisioterapeuta e osteopata.


                                                              Conceito


   Osteopatia é uma abordagem diagnóstica e terapêutica manual das disfunções de mobilidade articular e tissular que participam do nascimento dos sintomas dolorosos.
   É então,um método de pesquisa da causa lesional,e o tratamento permite o reequilíbrio das funções do organismo e de estimular o funcionamento normal do corpo. A osteopatia trata os componentes mecânicos da dor.
   A lesão osteopática é caracterizada por uma hipomobilidade (restrição do movimento tecidual em algum dos três eixos do espaço), A lesão osteopática em nível articular está comumente associada aos receptores capsuloligamentares e aos fusoneuromusculares. Os quais, constantemente enviam estímulos nociceptivos ao S.N.C. principalmente em casos de traumatismo, sobrecarga, ou acomodação postural.
   O corpo, ao receber esses estímulos patológicos, organiza-se de forma a preservar momentaneamente as estruturas envolvidas e dessa forma produz hipomobilidades e hipermobilidades reflexas com toda a sua sintomatologia.


                           Princípios da Osteopatia

1. Unidade do Corpo
   O corpo é uma unidade biológica e fascial que possui um sistema complexo de comunicação e de controla,que assegura a regulação da sua homeostasia. Em caso de sintomas dolorosos,o osteopata tem por objetivo achar a estrutura em disfunção (Parietal – Visceral – Cranial) e de reequilibra-las para levar o corpo em equilíbrio.

2. A Estrutura Governa a Função
   STILL disse: “Quando a estrutura estiver em equilíbrio,a doença não poderá se desenvolver”.


   A função significa a atividade fisiológica dos diferentes sistemas: articulares,visceral,respiratório…


3. A regra da Artéria
   Onde a circulação sanguínea se realiza normalmente,a doença não pode se desenvolver,porque o sangue circula e transporta todos os elementos necessários para assegurar a imunidade natural e para lutar contra a doença.
   No caso de uma disfunção somática vertebral, os gânglios laterovertebrais são estimulados pelos proprioceptores, podendo desencadear uma repercussão vascular em todo o metâmero concernente.
   A estimulação simpática pode ser ocasionada por uma lesão visceral,uma disfunção somática ou neurovegetativa, a partir de então produz um angio-espasmo, que leva a uma baixa da pressão venosa com aumento da dilatação capilar, criando um edema local , que altera a condutibilidade elétrica nervosa por mudança do ph.


               Conseqüências da Lesão Neuro-Vascular e Simpaticotonia


• Na musculatura:


         –Dor isquêmica


         –Fadiga muscular


         –Miosite

         –Fibrose

         –Tendinite


• Nas vísceras


        –Congestão


        –Alteração da fisiologia


        –Transtornos metabólicos


• No tecido nervoso


  Edema na saída da raiz nervosa que produzirá alteração da condução elétrica com repercussão:


●Dores nas costas, musculares do tipo isquêmica e cefaléias


●Alterações simpáticas, cansaço, dor muscular, edema

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

CONGRESSO BRASILEIRO DE DOR-6 a 9 de outubro de 2010

                                                   

A Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), em sua missão de transmitir informações e de promover a educação em dor, tem a satisfação de anunciar seu 9º Congresso Brasileiro de Dor, que acontecerá no período de 6 a 9 de outubro de 2010, na cidade de Fortaleza, capital do Estado do Ceará. Comportando uma extensa e atrativa programação científica, alicerçada em temas de interesse atual e do cotidiano, tais como dor musculoesquelética, dor no câncer, opioides, dor neuropática, dor nas diferentes faixas etárias e gênero, entre outros temas, o 9º CBDor pretende, dentro do espírito multidisciplinar de que se reverte, atrair profissionais médicos e não médicos e estudantes de diferentes áreas.



A cidade de Fortaleza – com seus excepcionais atrativos turísticos, como a extensa orla marítima com lindas praias, sua gastronomia saborosa e rica em frutos do mar, peixes e outros pratos da culi nária regional servidos sob a aura da hospitalidade típica do povo cearense – assegura, firmemente, o rumo do evento.


O Centro de Convenções do Ceará, que sediará o evento, oferece um espaço amplo composto de auditórios e salas com capacidade para comportar o grande público que certamente afluirá para absorver os ensinamentos sobre dor. E ainda, uma área de exposições invejável para mais de 40 expositores, os quais terão a certeza de poder atrair nossos participantes, apresentar as novidades da indústria farmacêutica e os avanços tecnológicos na área da dor.


Conclamamos então a todos para virem a Fortaleza, de 6 a 9 de outubro de 2010, participar do 9º CBDor. Temos certeza absoluta de que todos vão usufruir da máxima alegria tropical e científica proporcionada pela estada e participação em nosso importante evento. Estaremos de braços abertos e com corações cálidos para recebê-los.


                                                 Dr. João Batista Santos Garcia
                                              Presidente em exercício SBED 2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Fisioterapia e Odontologia atuam Juntas.

                Fisioterapia e Odontologia atuam Juntas.


                                                           Postado em 7 de agosto de 2009 por Jorge Brandão




O termo disfunção temporomandibular (DTM) se refere ao conjunto de condições que afetam a articulação temporomandibular e os músculos da mastigação com suas estruturas associadas. Durante décadas varias hipóteses foram propostas para explicar a origem de tal desordem orofacial. Os sinais e sintomas são bastante comuns, Estudos demonstram que mais de 50% da população mundial apresentam pelo menos um ou mais sintomas de DTM, porém isso não se traduz em necessidade de tratamento, por que é estimado que cerca de 3 a 7% necessitam de uma intervenção terapêutica. Mas se tratando de 3 a 7% de 50% da população mundial, existe sim a necessidade de um aumento das opções terapêuticas para essas disfunções. Faz-se necessária uma abordagem interdisciplinar para seu tratamento, mediante de uma equipe com várias especialidades como dentistas, médicos, psicólogos e fisioterapeutas, trabalhando em conjunto para um bom prognostico do paciente. Foram Ouvidos vinte profissionais da odontologia em Fortaleza-Ce sobre a atuação da fisioterapia nessa disfunção e constatou-se que 40% afirmam ter conhecimento sobre a atuação da fisioterapia nas DTM’s, 35% conheciam em parte o discutido e 25% relataram não ter conhecimento algum sobre a mesma. 47% dos profissionais avaliados afirmaram que foram amigos profissionais que informaram sobre a especialidade da fisioterapia, 26% em artigos, 11% em congressos e especializações, 5% informações passadas por pacientes. Nas perguntas relacionadas à interdisciplinaridade 80% dos entrevistados relataram que a integração entre as profissões é de grande importância e 20% afirmam ter uma importância em parte para o tratamento. E quando questionamentos em relação ao encaminhamento para o fisioterapeuta, 70% responderam não ter esse hábito de encaminhar, 15% encaminham seus pacientes para tratamento com fisioterapeutas e 15% não encaminham. Então podemos observar que a maioria acredita na importância da interdisciplinaridade, porém grande parte não encaminha seus pacientes para o tratamento com o fisioterapeuta. Esses dados são de autoria do formando em fisioterapia João de Aquino da FANOR.